Artesãos de Guaramirim: mãos que transformam memória em renda

Artesãos de Guaramirim: mãos que transformam memória em renda

Costura, bordado, madeira, pintura, itens natalinos e guirlandas revelam como o artesanato fortalece a identidade local e movimenta a economia criativa da cidade Guaramirim (SC) — Em Guaramirim, o artesanato não é apenas uma lembrança de família ou um objeto decorativo colocado sobre a mesa. É também trabalho, renda, identidade cultural e forma de manter viva a memória de uma cidade que valoriza suas tradições. Entre linhas, tecidos, madeira, tintas, laços, flores e guirlandas, artesãs e artesãos ajudam a contar a história local com as próprias mãos. A cidade, conhecida pelo projeto Cidade das Guirlandas, encontrou em um símbolo de acolhimento uma forma de aproximar cultura, turismo e economia. A […]

Cidade das Guirlandas: quando um símbolo vira identidade econômica

Cidade das Guirlandas: quando um símbolo vira identidade econômica

Em Guaramirim, a guirlanda deixou de ser apenas enfeite de porta e passou a representar acolhimento, pertencimento, decoração urbana e oportunidade para artesãos, comércio e turismo local Guaramirim (SC) — Em muitas casas, a guirlanda aparece na porta como sinal de boas-vindas. Em Guaramirim, no Vale do Itapocu, esse gesto simples ganhou dimensão coletiva: virou símbolo urbano, projeto de desenvolvimento econômico e marca de identidade para a cidade. O projeto Cidade das Guirlandas nasceu com a proposta de unir decoração, turismo, comércio e participação comunitária. A iniciativa foi lançada em 2017 por meio de uma parceria entre Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, ACIAG e CDL, com a intenção de desenvolver […]

Guaramirim e suas raízes: a identidade construída por muitas mãos

Guaramirim e suas raízes: a identidade construída por muitas mãos

Cidade do Vale do Itapocu preserva marcas indígenas, europeias e comunitárias que seguem presentes na cultura, na fé, na gastronomia e nas tradições locais Guaramirim (SC) — A identidade de Guaramirim não nasceu de uma única origem. Ela foi sendo construída ao longo do tempo por diferentes povos, caminhos, famílias e tradições que ajudaram a formar o modo de viver da cidade. Antes da chegada dos colonizadores europeus, a região já era território de circulação indígena, com presença de grupos ligados aos troncos linguísticos Macro-Tupi e Macro-Jê, conforme histórico registrado pelo IBGE. Essa presença anterior à colonização é uma parte essencial da memória local. Os caminhos percorridos pelos povos indígenas, […]